Prefeitura libera de shows e festas em Natal

Prefeitura libera de shows e festas em Natal

A Prefeitura do Natal recuou e vai liberar a realização de shows, festas e eventos privados na capital. De acordo com o Executivo, o novo decreto mantém suspensa a exigência do passaporte vacinal e reforça protocolos de segurança sanitária, dentre os quais proibindo a circulação de pessoas sem máscaras em espaços e vias públicas. A proibição de festas, anunciada na última segunda, foi revogada.

O novo decreto surge após consulta ao Comitê Científico Municipal, técnicos da Secretaria Municipal de Saúde e representantes do Setor Produtivo da cidade, em reunião nesta terça. A Prefeitura confirmou  o cancelamento da sua programação oficial de Carnaval. Os demais eventos poderão ser realizados, desde que garantam o rigoroso cumprimento de normas preventivas como distanciamento social e uso de máscaras.

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio RN), presente na reunião desta terça, a classe produtiva tem atuado com responsabilidade, seguindo os protocolos de forma séria e responsável e trabalhado incansavelmente pela manutenção dos empregos. A entidade se diz, ainda, preocupada com a Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público e Defensoria que pede a proibição de eventos de massa. “Essa medida desconsidera todos os impactos negativos que este segmento vem sofrendo desde o início da pandemia, bem como a observação dos rígidos protocolos de segurança em vigor”, afirma, em nota, a entidade.

 

Os ajustes no último documento foi a principal pauta do encontro, representando interesses de empresários dos segmentos de bares, eventos, turismos e restaurantes. A instituição garante que também busca negociação com o Governo do Estado, reivindicando a extinção da exigência da cobrança do Passaporte de Vacinação nos shoppings centers do RN, bares e restaurantes, pleito que não foi atendido e que está impactando nas vendas destes estabelecimentos. As entidades cogitam entrar na Justiça contra a obrigatoriedade.

 

 

Fonte: Tribuna do Norte