Estudo da GBTA aponta seis principais riscos às viagens corporativas em 2017; confira

[Por Mercado e Eventos, 19/07/2016]
O rendimento dos mercados emergentes, as turbulências do mercado financeiro, os riscos geopolíticos, a incerteza em torno do Brexit, a potencial flutuação das taxas de juros no EUA e o preço do petróleo: de acordo com um estudo da GBTA Foundation, esses são os seis riscos principais para 2017. Tanto os preços da indústria de viagens como no conjunto da economia global devem ser impactados por esses fatores.
“Enquanto as viagens de negócio têm demonstrado de maneira repentina sua resiliência, o elevado nível de incerteza global que teremos que enfrentar em 2017, obrigará os responsáveis pela compra de viagens a serem mais ágeis e flexíveis na hora de confeccionar seus programas de viagens”, disse Jeanne Liu, vice-presidente de Estudos do GBTA Foundation. “A previsão mostra unicamente aumentos pequenos ou preços estáveis, mas a chave para construir programas de viagens de sucesso será acompanhar de perto o panorama global e saber reagir”.
Por sua vez, Kurt Ekert, presidente e diretor executivo da CWT, disse que “estamos assistindo um crescimento econômico relativamente baixo, inconsistente e em alguns casos, frágil. Os viajantes e gestores de viagens necessitam entender seus padrões de viagem, gastos e permanecerem alertas para o impacto da incerteza econômica. Um planejamento adequado fará que esteja em posição de fazer mudanças sempre que seja necessário e evitar os inconvenientes e riscos financeiros”.
Estas descobertas vêm da Previsão Global de Preços do Setor de Viagens 2017, um estudo da GBTA Foundation, o braço de formação e pesquisa Global Business Travel Association (GBTA), e da empresa de gestão de viagens Carlson Wagonlit Travel (CWT). Esse terceiro relatório anual oferece projeções globais, regionais e por país dos preços de aéreo, hotéis, transporte terrestre, assim como reuniões e eventos em 2017.