Fbha reúne-se com o trade baiano visando 2014

[Por Revista Hotéis, 20/03/2012]
Em comitiva pela Bahia, onde promove o seminário Turismo e Oportunidades – Soluções, desenvolvimento e gestão empresarial, em parceria com a Abih/BA – Associação da Indústria de Hotéis do Estado da Bahia e a Abrasel/BA – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, o Presidente da Fbha – Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio, reuniu-se nesta segunda-feira com o Presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, deputado federal José Rocha (PR/BA). O encontro abordou temas voltados para políticas de incentivo fiscal e desoneração para o setor hoteleiro, os preparativos para a Copa do Mundo e a capacitação de mão de obra para o turismo.
A reunião aconteceu na Casa do Comércio, em Salvador, e contou também com a presença do Presidente da Fecomércio/BA – Federação do Comércio de Bens, serviços e turismo, Carlos Fernando Amaral, além de mais dois integrantes ligados à entidade, Eduardo Braga e o membro da Câmara Empresarial de Turismo, Raúl Queiroz, além da Diretora regional do Senac/BA, Marina Almeida.
Durante o encontro os participantes solicitaram ao deputado, recém-eleito presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, maior atenção nas possibilidades de isenção fiscal aos hotéis, uma vez que os custos com folha de pagamento e energia elétrica são altíssimos. “O turismo deve ser tratado pelo governo como atividade de exportação”, afirmou Alexandre Sampaio, que também destacou a importância da instalação da Câmara Empresarial de Turismo pela Fecomércio-BA para discutir questões do setor.
O deputado José Rocha mostrou-se preocupado com os preparativos da capital baiana para a Copa do Mundo, principalmente em questões de mobilidade e oferta hoteleira, frisando que o público será muito mais qualificado do que o que vem para Salvador durante o carnaval. O presidente da FBHA, no entanto, garantiu que não faltará acomodação durante a Copa, explicando que será um evento de hospedagem rotativa, onde os visitantes ocuparão os quartos por poucos dias. “Em casos específicos, as cidades satélites poderão prover esta necessidade”, complementou Sampaio.

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