António Brito mostra quem se beneficia com os eventos

O Impacto Econômico e Social dos Eventos será o tema tratado pelo Consultor Internacional em Gestão e Marketing, António Brito, no XXXII Congresso da Federação de Entidades Organizadoras de Congressos e Afins da América Latina (COCAL 2015). Brito estará no Congresso no dia 6 de março e, em entrevista, antecipou um pouco do que vai abordar.

Como será sua participação na COCAL 2015?
Espero que seja muito interessante pois, sem dúvida, este evento é um dos mais importantes do segmento MICE (sigla em inglês para Meetings /Encontros, Incentives / Incentivos, Conferences / Conferências e Exhibitions /Feiras) em nível mundial e onde estarão presentes os principais players internacionais do mercado, possibilitando um elevado network e partilhando experiências e conhecimentos.
Espero que a minha participação contribua de uma forma positiva para sensibilizar os participantes sobre a importância dos eventos e, em particular, o que as feiras de negócio representam para as economias, tanto a nível econômico, quanto social.
O que o congressista pode esperar?
Uma apresentação “short and simple”, mas focada na experiência e no conhecimento de quanto e como se impacta uma feira de negócios em diversos níveis, e quem se beneficia de forma direta e indireta com os eventos.
Não pretendo saturar a audiência com números, mas sim, sensibilizá-la para a importância dos eventos e o que eles representam economicamente e socialmente em nível global.
Por outro lado, espero também poder contribuir com ideias para que os promotores e os destinos possam cada vez mais profissionalizar-se e seguir as novas tendências internacionais da indústria, de forma a maximizar sua rentabilidade direta e, por consequência, impactar no país, ou na cidade onde se realizam.
De onde surgiu a ideia de tratar o tema?
O tema surgiu de um convite da ABEOC por parte da Anita Pires, conhecedora do meu entusiasmo e interesse por estes temas, em particular no segmento das feiras de negócios, onde sou especialista e apaixonado, assim como no seguimento do meu artigo publicado na última revista Turismo em Pauta da CNC. Sem dúvida, é um tema muito importante e que começa agora a ser reconhecido e valorizado pelas entidades como fundamental, contribuindo para o desenvolvimento das economias locais e que merece ser apoiado.
Fale um pouco sobre seu currículo, suas experiências profissionais.
Destaco, em particular, a minha longa carreira de 25 anos na indústria de feiras, inicialmente como organizador, e agora, como consultor internacional e formador em Gestão e Marketing de Feiras.
Nos últimos anos tenho tentado partilhar a minha experiência como palestrante em alguns dos maiores eventos mundiais do setor, como nos Estados Unidos e na Ásia, onde também trabalho com diversos organizadores de feiras e eventos, assessorando e capacitando, com o objetivo de melhorar suas práticas de forma a incrementarem e maximizarem os modelos de negócios e organização.
No Brasil, em particular, além de consultor e formador de algumas prestigiadas empresas, sou também responsável pelo desenvolvimento do CEM (Certificação em Exhibition Management), programa reconhecido internacionalmente como o mais importante modelo de capacitação e certificação de profissionais de feiras e eventos.

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