Cidades sedes da Copa querem deixar legado para população

[Por Mercado e Eventos, 28/11/2011]
Representantes de quadro cidades-sede brasileiras participaram nesta segunda, dia 28/11, do painel 2014 FIFA cidades sedes, da Soccerex, no Rio de Janeiro. Os projetos para a Copa 2014 de cada uma das cidades foram apresentados pelos seus titulares, para um público variado, entre eles empresários e investidores.
Na abertura, a secretaria estadual de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro, Márcia Lins, destacou a importância para o Rio de Janeiro de receber os dois principais eventos midiáticos do mundo nos próximos anos: a Copa do Mundo e as Olimpíadas. A secretária também afirmou que o Maracanã deve ficar pronto em fevereiro de 2013 e poderá receber partidas entre clubes antes do início da Copa das Confederações. Outro destaque para Márcia Lins é o legado que os eventos devem deixar para a cidade.
“Além da obra do estádio do Marcanã, temos que deixar um legado para as fururas gerações. O Governo do Estado vem investindo também em mobilidade urbana, segurança pública, na qualificação dos nossos servidores e políticas em comunidades carentes”, disse.
O secretário da Copa na Bahia, Ney Campello destaca retorno positivo que vai trazer para o Estado e deseja que a Copa não seja apenas um espetáculo, mas que deixe um legado. “O Governo Federal tem que pensar no que vai deixar para a população. Em três anos não iremos resolver todos os problemas do país, mas que seja um início. E é esse sentido que nós da Bahia estamos trabalhando.”
Discurso parecido do coordenador Geral do Comitê Gestor da Copa 2014 no Rio Grande do Sul (CGCopa-RS), Kalil Sehbe, que afirma que os trabalhos são feitos de modo conjunto. Na área de segurança pública, exemplificou, todas as forças de segurança trabalham de forma integrada, entre si, com o Judiciário e com a Interpol. O governo adotou software para monitorar o “mapa do crime” no estado, que possui a maior extensão de fronteiras secas do país.
“A missão é buscar soluções técnicas e investimentos e que tudo o que for feito de investimento fique como legado à sociedade, com total transparência”, ressaltou Sehbe, acrescentando que todas as obras são feitas com sustentabilidade.
O secretário executivo da Copa em Fortaleza-CE, Gabrielle Cavalcanti, limitou-se em dizer que as obras da Arena Castelão estão com 48% das obras prontas e que todas as obras são feitas em prol do meio ambiente e para melhora social da população social.
As doze cidades-sede são estas: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

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