Apoiada por vereadores, ABIH-MG intensifica manifestações contra fechamento do Minascentro

[Hôtelier News, 22/09/2017]
O debate a respeito do fechamento do Minascentro iniciado pela ABIH-MG (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Minas Gerais) e demais entidades associadas ao segmento de turismo, eventos e lazer, recebeu novos apoiadores. A diretoria da associação acompanhada por parceiros recebeu no inicio da noite de ontem (21), do líder de governo da Câmara Municipal, acompanhado por mais sete vereadores, uma carta assinada por 38 dos 41 integrantes da casa, solicitando mais informações sobre o fechamento do Centro de Convenções Minascentro ao governador do estado, Fernando Pimentel.
Segundo Érica Drumond, presidente da ABIH-MG, a sensibilização dos vereadores, frente ao impacto que a decisão do fechamento causará em toda cadeia produtiva do turismo e, consequentemente, na economia de forma geral, é fundamental para fazer com que o setor seja escutado perante o governo do Estado.
“Tivemos 38 assinaturas dos 41 vereadores que compõem a Câmara Municipal, o que demostra o reconhecimento da nossa preocupação frente a decisão tomada pelo Governo do Estado. Esperamos que esta carta, que será entregue ao governador, seja recebida de braços abertos e que nossas vozes possam ser ouvidas com cautela, afim de encontrarmos uma solução conjunta para esse problema. Além disso, o setor tem algumas propostas para apresentar ao governo como a gestão do Minascentro ser assumida pelo Convention Bureau, ou seja, estamos abertos a todo tipo de diálogo, o que até então não conseguimos ter. Assim, vamos continuar na luta para que o Minascentro não feche nem por um dia”, destaca Érica.
Léo Burgês, líder do governo na Câmara Municipal, em nome dos 38 vereadores que assinaram o documento, ressaltou a importância da casa receber informações sobre o fechamento do Minascentro. “Estamos preocupados com esta situação, porque o Minascentro é um local fundamental para o setor de eventos e para a hotelaria de Belo Horizonte. Nele são realizadas diversas feiras, congressos e eventos que trazem dinheiro novo para a nossa cidade, que entra por meio do gasto com taxis, deslocamento, hospedagem, bares e restaurantes, ou seja, a utilização do espaço faz nossa economia girar. A Câmara Municipal é sensível a esse dinheiro e aos milhares de empregos gerados. O Minascentro é um equipamento de 33m2 que não é de ninguém, é da cidade de Belo Horizonte que precisa continuar aberto por muitos e muitos anos”, diz.

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