Eventos técnico-científicos no ES já movimentaram mais de R$ 200 milhões

[ESHoje, 18/08/2017]
A receita com eventos técnicos-científicos (feiras, congressos, seminários, entre outros) realizados no Espírito Santo em 2017 já movimentou R$ 237 milhões. Só esse ano, eles atraíram cerca de 148 mil turistas. Em comparativo a 2016, quando os 67 eventos geraram R$ 149 milhões, o crescimento é superior a 30%. Os dados são da Espírito Santo Convention & Visitors Bureau (organização de instituições que promovem o turismo e a receptividade nas cidades).
De olho em mais recursos para captação de eventos no Estado, a Convention e o Grupo Neffa (donos do Centro de Convenções) convidaram o empresário paulista Marcelo Acquaviva, proprietário da empresa Acquaviva Eventos (uma das maiores organizadoras de eventos do país) para uma visita. Eles visitaram espaços como Itamaraty Hall, Sesc´s, Cerimonial Steffens, além de hotéis.
Segundo o presidente da Espírito Santo Convention & Visitors Bureau, Paulo Renato Fonseca Junior, a visita foi do dia 2 a 6 de agosto. Marcelo tem parceria com a Universidade de São Paulo (USP), o que vai de encontro a deles com a Universidade Federal do ES (UFES) e gera possiblidades de negócios para o Estado. Já há eventos em negociação.
“Temos evento na área de tartarugas, educação e outro de petróleo e gás em negociação. Esses são os que identificamos de início, mas buscamos possibilidades em várias outras áreas, como economia, modelagem, macro economia, estudos regionais e urbanos”.
.Ainda segundo ele, a captação de recursos acontece com pelo menos nove meses de antecedência. Dessa forma, os eventos vão acontecer do ano 2018 para frente. “A data definitiva ainda está em negociação. O que sabemos é que eles virão. Já o período, se serão em Vitória ou Guarapari, será trabalhado junto ao Marcelo, nossa equipe e entidade responsável”, explicou.
Quando a geração de receitas para o ES, ele informou que vai depender da quantidade de pessoas e período do evento. “Sempre soubemos o potencial do Estado. O Marcelo não vinha ao para cá há uns 20 anos. Sabia pelo que nos falávamos. Mas não imaginava que pudesse gerar essa quantidade de negócios”.
Destacou ainda que o grande desafio é mostrar a participação do turismo na economia capixaba. Esse é o arranjo que mais distribui renda, mas vê cerca de 72% de seus recursos investidos para a indústria. “Com certeza vai crescer bastante e fazer com os outros setores também se desenvolvam na economia capixaba”, finalizou.

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