Cruzeiros geram R$1,9 bi para economia brasileira na temporada 2015-2016

[Por Mercado e Eventos, 06/12/2016]
O segmento marítimo brasileiro movimentou, durante a temporada 2015-2016, cerca de R$ 1,911 bilhão na economia na temporada 2015-2016. Este valor representa  10,8% a menos que o impacto total da temporada anterior, 2014/2015, de R$ 2,142 bilhões. Desse total; R$ 798 milhões (42%) foram gastos em despesas das armadoras, o que representa uma queda de 29,6% em comparação com a temporada anterior, que teve estes gastos na casa dos R$ 1,133 bilhão. A outra parcela é referente aos R$ 1,113 bilhão (58%) relacionado aos gastos totais que os 552 mil cruzeiristas e os 2.497 tripulantes movimentaram durante a temporada. Estes dados foram revelados hoje(06) pela Clia Brasil (Cruise Lines International Association) na sua pesquisa “Estudo de Perfil e Impactos Econômicos de Cruzeiros Marítimos no Brasil” realizado em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Foram gerados nesta temporada, 30.884 postos de trabalho na economia brasileira, o que representou um resultado 5,6% inferior ao apurado em 2014/2015. Entre as vagas preenchidas são 2.497 tripulantes dos navios e outros 28.387 empregos diversos, gerados, de forma direta, indireta e induzida, Este número representa 3,28% do total de empregos gerados, mundialmente, pela indústria de cruzeiros.
Perfil do viajante –  Dos mais de 552 mil hóspedes que embarcaram em viagens de navio na última temporada de cruzeiros Marítimos pelo país, que teve início em novembro de 2015 e término em maio de 2016, 88,8% mostraram intenção em realizar nova viagem nessa modalidade turística sendo que 29,6% tem preferência por destinos da costa brasileira e 35,6% escolheram por destinos internacionais. O estudo aponta que 63,8% dos turistas estavam em sua primeira viagem de navio, 93,8% desceram nas cidades-escala e 82,8% pretendem retornar ao destino, numa próxima viagem, para conhecê-lo melhor.
A pesquisa ainda ressaltou que o comissionamento pago em 2015/2016 para operadoras e agências de viagens foi de R$ 64 milhões.