Setor de feiras teve primeiro trimestre aquecido no Brasil

[ Por Revista Eventos, 07/04/2015]
O ano de 2014 foi bem complicado para o calendário de eventos no Brasil em função do Carnaval tardio, da Copa do Mundo e das eleições. Com isso, houve uma espécie de “represamento” e a criação da expectativa de que 2015 viesse a ser mais positivo mesmo com o contexto econômico instável do País. E é o que está acontecendo, segundo a União Brasileira dos Promotores de Feiras (Ubrafe).
“Não está sendo surpresa [o bom momento] pelo calendário ruim de 2014, então esperávamos um ano melhor em 2015. Esse mês já temos 15 feiras, e não apenas em São Paulo”, diz o presidente do órgão, Armando Campos Mello. Alguns dos destaques destas 15 feiras são a Automec, no Anhembi, voltada a autopeças, equipamentos e serviços automotivos; a Agrishow 2015, em Ribeirão Preto, de tecnologia agrícola; a Nordeste Motorshow, em Olinda, focada no setor automotivo; e a WTM Latin America, em São Paulo, destinada ao segmento de viagens.
Campos Mello avalia também que o setor está satisfeito com algumas novidades relacionadas a centros de eventos em São Paulo, como um novo pavilhão no São Paulo Expo, com 50 mil metros quadrados, um centro de convenções de dez mil metros quadrados também no complexo e, em seguida, a reforma dos 42 mil metros quadrados atuais. O dirigente também destaca o projeto de um novo pavilhão do Expo Center Norte, com 30 mil metros quadrados.
“O que falta para São Paulo é um grande equipamento para congressos. Hoje o maior é o Center Norte, para 2,5 mil pessoas, mas precisaríamos de um para 20 mil, o que não está na pauta”, avalia o presidente da Ubrafe. “O que está acontecendo de legal neste momento é o bom diálogo entre a hotelaria e os promotores de feiras. Os preços das passagens aéreas também estão razoáveis para quem não deixar para a última hora. As feiras estão aquecidas em São Paulo”, finaliza.
 

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