Ano da Alemanha no Brasil comemora mais de mil eventos realizados pelo País

[Por BRASILTURIS JORNAL , 27/05/2014]
No dia 13 de maio de 2013, o início da Temporada da Alemanha+Brasil 2013-2014 foi marcado pelo encontro do presidente da República Federal da Alemanha, Joachim Gauck, com a presidente do Brasil, Dilma Rousseff. Na ocasião, Gauck reforçou os seus laços com o Brasil e mostrou especial interesse nas questões de estímulo ao mercado de pequenas e médias empresas, formação de acordos econômicos em diversos setores e expansão da economia ao comércio global, durante o 31° Encontro Econômico Brasil – Alemanha (EEBA), em São Paulo.
O presidente alemão também participou da solenidade oficial de lançamento da Temporada no Theatro Municipal, que contou com a apresentação da Orquestra “Young Euro Classic”, formada por músicos jovens do Brasil e da Alemanha.
Com o mote “onde as ideias se encontram”, a iniciativa alemã chegou ao objetivo da sua proposta que é apresentar uma autêntica e moderna imagem da Alemanha aliada à economia e à cultura, bem como ao desenvolvimento da ciência, tendo a parceria com o Brasil como foco principal. Sua mensagem mostrou como uma parceria confiável e inovadora com o Brasil, que já funciona há décadas, pode oferecer soluções para questões do futuro nas áreas econômica, cultural e científica, sob as bases da confiança mútua e valores agregados.
Em 12 meses, mais de 1.000 eventos foram realizados em 100 cidades brasileiras, ampliando a visibilidade da iniciativa para todas as regiões do Brasil. A temporada “Alemanha+Brasil” 2013-2014” é uma iniciativa do Ministério das Relações Exteriores da Alemanha, que somou a força de realizadores de peso como o BDI Brazil Board, Goethe-Institut, Ministério de Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF) e o Ministério para Cooperação e Desenvolvimento da Alemanha (BMZ).
Iniciativas como a Temporada da Alemanha no Brasil, segundo Dr. Stefan Zoller, presidente do BDI Brazil Board, que ficou a cargo da coordenação do ano como reforço da importância da economia alemã nas relações bilaterais, “são um bom exemplo de como a relação entre os dois países pode crescer ainda mais. São possibilidades em novas parcerias, inovação entre empresas, entidades de pesquisas compartilhando projetos, e pessoas trabalhando juntas por um mesmo objetivo”. O Brasil é considerado o mais importante parceiro comercial da Alemanha na América Latina. Empresas alemãs investiram mais de US$ 30 bilhões, principalmente na indústria brasileira, as quais geram 17% do Produto Interno Bruto (PIB) setorial. O comércio brasileiro-alemão quase dobrou nos últimos dez anos. De maneira geral, os alemães e os produtos alemães têm grande popularidade no Brasil.
De acordo com Wilfried Grolig, embaixador da Alemanha no Brasil, “o Brasil e a Alemanha estão unidos estrategicamente, ultrapassando as relações puramente bilaterais e tem como objetivo a busca conjunta por respostas para as tarefas urgentes do futuro”.
Para o diplomata, os” processos de modernização que avançam rapidamente e a dinâmica da globalização colocam a Alemanha, assim como o Brasil, diante de novos desafios. Durante a Temporada da Alemanha mostramos também as novas e menos conhecidas facetas do nosso país, com um panorama o mais diversificado possível. Assim, estou convencido que a intensificação da parceria entre os nossos países no século 21 só pode realmente funcionar se o Brasil e a Alemanha se conhecerem muito bem mutuamente”.
Grolig complementou dizendo: “Acredito que a Temporada tenha dado uma importante contribuição. Agradeco a todas as instituições e aos nossos parceiros, tantos brasileiros como alemães, que com tanto engajamento atuaram em prol do sucesso da Temporada”.
A Temporada Alemanha + Brasil 2013-2014 teve como patrocinadores Allianz, BASF, Bayer, BMW, Bosch, Lanxess, Mercedes-Benz, Siemens, Volkswagen e ZF. No Brasil, contou com o apoio da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK), do Centro Alemão de Ciência e Inovação – São Paulo (DWIH-SP), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Ministério da Cultura do Governo Federal do Brasil e do Serviço Social do Comércio (Sesc).
 

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