Plano logístico para turistas na Copa 2014

[Por Aquarela 2020, 11/09/2013]
O ministro Moreira Franco recebeu, nesta quarta-feira (11), o presidente da Embratur, Flávio Dino na Secretaria da Aviação Civil. Os dois debateram o andamento do projeto de reforma dos aeroportos regionais brasileiros, como forma de estímulo ao turismo nacional e internacional e acertaram de realizar um plano logístico para turistas durante os 30 dias da Copa do Mundo 2014.
“Em dezembro, quando houver o sorteio das chaves, saberemos as seleções que jogarão em cada cidade. Mas, somente ao final da primeira fase, o turista saberá em qual cidade sua seleção jogará as oitavas, quartas ou semis. Ou seja, só a partir daí poderá comprar suas passagens de avião”, lembra o presidente da Embratur, Flávio Dino. “Por isso, precisamos de um plano logístico para garantir que o estrangeiro que estiver em uma determinada cidade na primeira fase possa se deslocar tranquilamente e a preços justos de uma cidade-sede a outra”.
O ministro Moreira Franco atualizou Dino do andamento das obras de modernização dos aeroportos regionais, que terão grande impacto para o turismo tanto de lazer quanto de negócios. Um plano, lançado pela presidenta Dilma Rousseff, investirá R$ 7 bilhões na modernização de 270 aeroportos regionais nos próximos anos. “Em dez anos, o transporte aéreo saltou de 30 milhões de passageiros por ano para 100 milhões de pessoas/ano. Mas depois de um avanço tão importante em tão pouco tempo surgem gargalos. O mais importante deles, na minha opinião, são as grandes dificuldades que enfrentamos para realizar viagens regionais”, avalia Dino.
Dino lembrou que, em um país de dimensões continentais como o Brasil, o transporte aéreo é um modal essencial para garantir o fluxo de turistas, tanto a lazer como a negócios. “Além do ganho de qualidade de vida para milhões de pessoas, a intensificação das viagens regionais representa um incremento em diversas economias locais, graças ao fluxo turístico.”
Moreira e Dino também conversaram sobre a necessidade de ampliar a competitividade do setor aéreo brasileiro, com redução do custo das empresas aéreas e aumento do número de concorrentes no mercado.