Certificação qualifica empresas para lucrar com o evento

[Por Sebrae, 07/02/2012]
Salvador – O ex-jogador de futebol e doutor em Direito Empresarial pela Universidade de Zurique, Daniel Rupf, esteve na Bahia para conversar com gestores municipais e pequenos empresários sobre os impactos da Copa do Mundo na economia. Segundo ele, que há 17 anos trabalha com gestão de eventos esportivos, “é preciso envolvimento das sociedades e empresários locais para que a copetição resulte em desenvolvimento das cidades que vão receber as seleções”.
Rupf participou da edição especial do Fórum Regional Copa Bahia 2014 que tratou sobre os municípios candidatos a sediarem Centros de Treinamento de Seleções (CTS) – locais onde os times ficarão hospedados. O evento foi realizado nesta terça-feira (7), em Salvador, pela Secretaria de Estado Assuntos da Copa do Mundo FIFA 2014 (Secopa), em parceira com o Sebrae na Bahia.
O superintendente do Sebrae no estado, Edival Passos, falou sobre a certificação de micro e pequenas empresas (MPE) para atender as demandas geradas pela competição. “É fundamental, pois trata de exigências que envolvem um evento grandioso”, asseverou. “Além da certificação, vamos trabalhar a capacitação profissional e o acesso a mercados, com foco em taxistas, baianas de acarajé, bares e pequenos meios de hospedagem”, disse. Passos afirmou que os empreendedores devem conhecer cada vez mais as oportunidades que um evento desse porte pode gerar. “A vida dos negócios depende da atitude empreendedora para se sustentar em um mundo competitivo”, lembrou.
Para o secretário estadual para Assuntos da Copa do Mundo FIFA 2014 (Secopa), Ney Campello, as cidades do interior precisam encarar a possibilidade de receber seleções como uma nova era de convivência social. “Essa é uma chance de repensar o conceito da cidade, uma oportunidade única para transformar o município e atrair interesses diversos”, concluiu.

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